Deputada Socorro Pimentel volta a cobrar medidas contra violência no Sertão

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Na tarde desta terça-feira (18), a deputada estadual Socorro Pimentel voltou a cobrar ações no combate à violência no Sertão pernambucano. De acordo com dados apresentados pela parlamentar durante a Reunião Plenária na Assembleia Legislativa, Pernambuco já conta com 17,6 assassinatos por dia e quatro mulheres chegam a ser violentadas diariamente. Apenas em fevereiro, foram 498 homicídio, juntando os três primeiros meses do ano, o número de homicídios já chega a 1522, quando mais da metade desses crimes aconteceram no interior do estado.

“Esses números são uma demonstração clara de que a violência voltou a disparar. É preciso combater a criminalidade permanentemente e melhorar o trabalho de prevenção com ações sociais. O governador está prometendo um investimento de 290,8 milhões para reforço de pessoal e equipamentos, quando medidas já deviam ter sido tomadas há muito tempo e muitas vidas teriam sido poupadas. Ações, como a chegada de uma Delegacia Itinerante em Araripina na semana passada, precisam acontecer de forma permanente.  A população não pode ser protegida com intervenções paliativas. Essa e outras ações têm que ir aos outros municípios da Região do Araripe e de todo Sertão pernambucano urgentemente”, disse.

Após a Reunião Plenária, a deputada ainda esteve com o comandante geral da Polícia Militar de Pernambuco para reforçar as solicitações feitas para a Região do Araripe e de todo Sertão, e pedir celeridade na execução dessas ações.

“Reforcei a solicitação de implantação de uma Companhia Independente em Araripina, por se tratar de um município que faz divisa com três estados, sendo geograficamente exposto. Pedi ainda um posto policial no Trevo de Jutaí, que liga Lagoa Grande a Santa Cruz, bem como reforço no efetivo policial do 7º Batalhão da PM em Ouricuri, e em todo o Sertão. Em tempo, o coronel Vanildo Maranhão informou que até o final do ano o efetivo será reforçado e chegará a toda região o moto patrulhamento. Não irei descansar enquanto não houver garantia de segurança à nossa população. Vale ressaltar que estamos falando em vidas que foram abreviadas pela ação dos bandidos e que muitos ainda estão acobertados pelo manto da impunidade, e da omissão e ineficiência do Estado”, concluiu.

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